DATA: 04/12/2015

Setor portuário do Rio de Janeiro terá investimento de R$ 6,9 bilhões

O valor aplicado nos portos do Estado até 2042 representa uma fatia de 14% do total previsto para todo o Brasil

O ministro da Secretaria de Portos, Helder Barbalho, se reuniu na última sexta-feira (27/11) com o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, para apresentar a carteira de investimentos prevista para Estado. Os investimentos nos portos do estado do Rio de Janeiro até 2042 terão uma fatia de 14% do total previsto para serem feitos em todo o Brasil nos próximos anos.

 

De acordo com o ministro, as obras programadas para o Estado somam R$ 6,9 bilhões, considerando arrendamentos (R$ 1,3 bilhão), prorrogações contratuais (R$ 2,8 bilhões) e terminais privados (R$ 2,7 bilhões). O ministro, que participou do 2º Fórum de Infraestrutura, no Rio de Janeiro, lembrou que até 2042 os investimentos previstos para os portos brasileiros somam cerca de R$ 51 bilhões.

 

“A maior parte desses recursos virão do setor privado”, diz o ministro. E detalhou: R$ 3,9 bilhões serão feitos com recursos do governo e entre R$ 47 bilhões e R$ 48 bilhões virão da iniciativa privada. Na carteira de investimentos listada pela Secretaria de Portos estão obras de dragagem, autorizações para construção de terminais de uso privado, licitação de áreas para arrendamento e prorrogações de contratos de arrendamentos.

 

Serão R$ 3,9 bilhões em obras de dragagem, infraestrutura e modernização da gestão portuária, mais de R$ 19 bilhões a serem investidos em terminais de uso privado. Outros R$ 16 bilhões em investimentos planejados para as 93 áreas a serem licitadas e leiloadas até o fim de 2016; e mais R$ 11 bilhões de obras prometidas nos processos de prorrogação dos arrendamentos.

 

Helder Barbalho antecipou que ainda em dezembro a Secretaria de Portos estará apta a assinar a autorização (Ordem de Serviço) para o início das obras de dragagem do canal do Porto do Rio de Janeiro. “Uma obra de R$ 193 milhões e há muito esperada por esse Estado”, diz o ministro. A data certa ainda não está marcada, dependendo apenas da definição do formato da cerimônia.

 


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