Porto de Paranaguá.
DATA: 20/01/2016

Porto de Paranaguá registra recorde histórico em exportações

A soja se destacou como o produto mais movimentado, com 8,5 milhões de toneladas exportadas, um recorde no porto paranaense

O Porto de Paranaguá encerrou o ano de 2015 com o maior volume em exportações da história, com 30,3 milhões de toneladas embarcadas, 8,8% a mais que em 2014. A soja se destaca como o produto mais movimentado em Paranaguá em 2015, com 8,5 milhões de toneladas exportadas, um recorde no porto paranaense, que tinha como melhor marca as 7,7 milhões de toneladas movimentadas do grão em 2013. Outro produto que ganhou espaço foi o farelo de soja, que chegou ao recorde de 5,4 milhões de toneladas embarcadas. Com isso, o chamado “complexo soja” teve 9,8% de aumento nas exportações pelo porto paranaense.

 

As carnes congeladas também registraram aumento nos embarques, com um recorde de 1,9 milhão de toneladas exportadas. Isso representou um aumento de 14% em relação ao total movimentado em 2014. O desempenho positivo transformou o Porto de Paranaguá no líder na exportação de carne de frango.

 

Os números também mostram a força do agronegócio paranaense. Segundo a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), as cooperativas fecharam 2015 com exportações de US$ 2,4 bilhões, o que representa uma alta de 4% em relação ao ano anterior. Já a receita delas teve crescimento de 12%, chegando a R$ 49 bilhões.

 

Nos últimos cinco anos, foram registrados recordes na operação de quase todos os produtos movimentados pelo Porto de Paranaguá, o que dinamizou e impulsionou a economia do Estado. “Conseguimos trabalhar mais e melhor.  resultado é fruto dos mais de R$ 511 milhões investidos nos portos do Paraná ao longo dos últimos anos”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

 

De março a dezembro do ano passado, foram montados, erguidos e entraram em funcionamento quatro novos shiploaders – equipamentos usados para carregar os navios no Corredor de Exportação. Os equipamentos conseguem carregar com 33% mais agilidade que os antigos, aumentando a velocidade de embarque de 1,5 mil toneladas por hora para 2 mil toneladas por hora. O investimento foi de R$ 59 milhões. Além da montagem e substituição dos guindastes, foram feitas reformas dos berços de atracação do Corredor de Exportação. Mesmo assim, o impacto nas operações foi mínimo.

 


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