DATA: 09/12/2015

Plano de prevenção da monilíase é tema de discussão na Bahia

As ações do comitê técnico visam prevenir a entrada e o estabelecimento da monilíase (Moniliophthora roreri) do cacaueiro no Estado

A Bahia é território livre da Monilíase, e a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Seagri, desenvolve ações para manter esse status, através do Plano Estadual de Prevenção e Controle da Monilíase do Cacaueiro. O Estado foi o primeiro do Brasil a desenvolver plano de contingência dessa praga.

 

“A prevenção deve partir dos tripés da fiscalização; conscientização do produtor, para que ele tenha conhecimento dos riscos e da importância das práticas preventivas a serem adotadas, além do desenvolvimento de pesquisas de mudas mais resistentes”, diz o secretário da Agricultura da Bahia, Vitor Bonfim, durante reunião Comitê Técnico de Prevenção à Monilíase do Cacaueiro e produtores de cacau do sul e extremo sul do Estado, na sexta-feira (04/12).

 

“A monilíase é uma ameaça em grande potencial, ainda mais grave que a vassoura de bruxa. Hoje, conseguimos alcançar a produção de 180 mil toneladas, e o ponto positivo nisso tudo, é que a vassoura de bruxa nos deu régua e compasso para termos avançado muito em pesquisas na busca de variedades mais resistentes nos preparando para a monilíase”, conta o pesquisador da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Adonias de Castro.

 

As ações do comitê técnico visam prevenir a entrada e o estabelecimento da monilíase (Moniliophthora roreri) do cacaueiro no Estado da Bahia, através de ações integradas de Pesquisa, Assistência Técnica, Educação e Defesa Sanitária Vegetal. “Existe o risco dessa praga chegar ao Estado, mas estamos trabalhando para que a agropecuária baiana esteja preparada para enfrentar esta praga”, conta a coordenadora do Programa de Prevenção à Monilíase da Adab, Catarina Matos Sobrinho.

 


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