DATA: 23/02/2016

Novos certificados agilizam exportação de material de multiplicação animal

Modelo adotado pelo Mapa simplifica negociação e deve contribuir para abertura de mercados

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou este mês dois novos modelos genéricos de Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) para exportação de material de multiplicação animal. Um deles é para material genético avícola, e o outro, para sêmen bovino.

 

O modelo de CZI Genérico, também chamado CZI Padrão e que serve para qualquer país, vai simplificar os trâmites burocráticos de negociação de certificados sanitários de exportação, que podem levar até quatro meses, além de contribuir na abertura de novos mercados.

 

“O empresário que quiser exportar material genético avícola ou sêmen bovino para países que ainda não têm acordo com o Brasil já pode apresentar esses modelos diretamente ao serviço veterinário oficial do país importador”, diz a coordenadora de Trânsito e Quarentena Animal do Mapa, Valéria Martins. “Caso o país aceite as garantias sanitárias do CZI genérico, deverá informar oficialmente. Dessa forma, a exportação é viável em tempo reduzido.”

 

O Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) é o documento emitido ou chancelado pelo serviço veterinário oficial do país de origem ou procedência dos animais, para garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais até o país de destino.

 

Os principais países importadores de material de genético avícola do Brasil são a Venezuela, Peru e Emirados Árabes. Já a Colômbia, Paraguai e Argentina lideram a importação de sêmen bovino.

 

Com o modelo genérico, assinala Valéria Martins, os exportadores que quiserem comercializar com países que ainda não importam do Brasil terão mais oportunidades. Isso porque, assinala, o CZI genérico permite agilidade nas negociações, facilitando a abertura de mercados, além de apresentar garantias sanitárias que são facilmente operacionalizadas pela empresa exportadora.

 

Os CZIs genéricos são o resultado de debates entre o Mapa e  representantes do setor produtivo, como a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Associação Brasileira de Proteína Animal  (ABPA). O próximo passo, de acordo com a coordenadora, será a elaboração de modelo genérico de CZI para embriões in vitro e para animais vivos como bovinos.

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou este mês dois novos modelos genéricos de Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) para exportação de material de multiplicação animal. Um deles é para material genético avícola, e o outro, para sêmen bovino.

 

O modelo de CZI Genérico, também chamado CZI Padrão e que serve para qualquer país, vai simplificar os trâmites burocráticos de negociação de certificados sanitários de exportação, que podem levar até quatro meses, além de contribuir na abertura de novos mercados.

 

“O empresário que quiser exportar material genético avícola ou sêmen bovino para países que ainda não têm acordo com o Brasil já pode apresentar esses modelos diretamente ao serviço veterinário oficial do país importador”, diz a coordenadora de Trânsito e Quarentena Animal do Mapa, Valéria Martins. “Caso o país aceite as garantias sanitárias do CZI genérico, deverá informar oficialmente. Dessa forma, a exportação é viável em tempo reduzido.”

 

O Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) é o documento emitido ou chancelado pelo serviço veterinário oficial do país de origem ou procedência dos animais, para garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais até o país de destino. Os principais países importadores de material de genético avícola do Brasil são a Venezuela, Peru e Emirados Árabes. Já a Colômbia, Paraguai e Argentina lideram a importação de sêmen bovino.

 

Com o modelo genérico, assinala Valéria Martins, os exportadores que quiserem comercializar com países que ainda não importam do Brasil terão mais oportunidades. Isso porque, assinala, o CZI genérico permite agilidade nas negociações, facilitando a abertura de mercados, além de apresentar garantias sanitárias que são facilmente operacionalizadas pela empresa exportadora.

 

Os CZIs genéricos são o resultado de debates entre o Mapa e  representantes do setor produtivo, como a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Associação Brasileira de Proteína Animal  (ABPA). O próximo passo, de acordo com a coordenadora, será a elaboração de modelo genérico de CZI para embriões in vitro e para animais vivos como bovinos.

 


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