roubo de cargas

Movimento Pró-Logística percorre BR-174 para avaliar condições da Rodovia

O primeiro “Estradeiro” da BR-174 em Mato Grosso foi realizado em 2013, e desde então, foi possível notar os avanços

Representantes do Movimento Pró-Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado do Mato Grosso (Aprosoja-MT) percorreram, entre os dias 21 e 25 de março, a BR-174 em Mato Grosso, para analisar a infraestrutura da rodovia. A equipe, formada por entidades públicas e privadas ligadas à agropecuária brasileira, cruzou 2.544 km, saindo de Cuiabá, passando por Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira, Juruena, Cotriguaçu, Colniza, Aripuanã, Vilhena, Comodoro, Pontes e Lacerda e Cáceres. Durante o “Estradeiro”, foram avaliadas as situações das rodovias, levando em consideração o pavimento, sinalização e geometria da via, bem como as condições para o escoamento de produtos agropecuários como soja, milho, madeira e cargas vivas.

 

O objetivo foi elaborar um relatório com indicações das ações necessárias para melhorar a infraestrutura da rodovia e reduzir os custos do transporte. Segundo Elisangela Pereira Lopes, a assessora técnica da Comissão de Logística e Infraestrutura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os produtores apontaram a necessidade de pavimentação de trechos de acesso a BR-174. “As condições das rodovias pavimentadas são boas. Entretanto, em alguns trechos, os principais problemas são a presença de buracos ou ausência de sinalização e acostamento”, afirmou a assessora.

 

Trechos críticos

Para a equipe do Movimento Pró-Logística, os trechos mais críticos estão nos municípios de Juína a Colniza, em que a estrada não é pavimentada. O primeiro “Estradeiro” da BR-174 foi realizado em 2013, e desde então, foi possível notar os avanços. A manutenção das estradas, com cascalho, tem permitido a boa fluidez para os caminhões que utilizam a via. Foi constatado, que mesmo em período de chuvas, não há maiores dificuldades em percorrer a estrada.

 

A assessora técnica da CNA explica que uma estrada não pavimentada não é necessariamente uma via ruim ou de péssima qualidade, desde que proporcione boas condições de tráfego. “Para tanto, é preciso realizar serviços de manutenção que favoreçam boas condições de rolamento, superfície resistente para suportar o trânsito de veículos de cargas e um sistema de drenagem eficiente”.

 

Ainda para este ano estão previstos outros três “Estradeiros”, nas BRs 364, 158 e 163. Dentre os participantes no evento da BR-174 estavam a Aprosoja, CNA, DNIT, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

 

 

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