FMC lança inseticida para citricultura

Mustang tem foco no controle do bicho-furão e psilídeo, principais pragas que afetam os pomares, provocando apodrecimento e queda dos frutos

O bicho-furão e o psilídeo são duas das principais pragas que afetam a citricultura. A mariposa Gymnandrosoma aurantianum, conhecida como bicho-furão, afeta os frutos provocando seu apodrecimento e queda, o que os inutiliza tanto para consumo in natura quanto para a produção de suco.

 

De acordo com o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), plantas atacadas por bicho-furão tiveram maior incidência nos pomares de regiões mais quentes, como Norte e Noroeste, com incidência acima de 10%, seguidas por Centro e Leste, com incidência entre 5% e 10%.

 

Já o psilídeo Diaphorina citri é o inseto vetor das bactérias que causam o grenning (Huanglongbing/HLB), principal doença que afeta a citricultura no estado de São Paulo. Ele vive em plantas da família Rutaceae, principalmente em murta e citros e está em ampla disseminação no parque citrícola.

 

Para combater a proliferação destas pragas, a FMC Agricultural Solutions lançou o inseticida Mustang 350 EC para citricultura com foco no bicho-furão e psilídeo. Para o uso do inseticida no controle do psilídeo e também do bicho-furão, a dose recomendada é de 5 a 10 mililitros a cada 100 litros de água.

 

O inseticida multicultura da FMC está aprovado na lista PIC Critos (Programa de Produção Integrada dos Citros, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento [MAPA]) e é um dos poucos registrados especificamente para o psilídeo. “Entre seus principais diferenciais estão o maior efeito de choque e intervalo de segurança de três dias, já que com menor dose e maior eficiência operacional, o Mustang tem controle mais rápido, diminuindo o potencial do dano da praga e o período de carência para colheita de três dias”, diz Flavio Irokawa, gerente de marketing H&F.

 

 

 

 

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