DATA: 10/11/2015

Fepagro incentiva o plantio de milho e feijão após colheita de tabaco

O programa trabalha três importantes pilares: a proteção do solo, a otimização de recursos e o estimulo à sustentabilidade

Integrar esforços no desenvolvimento do “Programa Plante Milho e Feijão Após a Colheita do Tabaco” para estimular a diversificação de culturas nas pequenas propriedades rurais. Esse é o objetivo do termo de cooperação técnica assinado nesta quinta-feira (5/11) entre a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi), a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR), a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag/RS), o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

 

Uma das competências da Fepagro, da Seapi e da SDR é disponibilizar o programa “Mais Água, Mais Renda”, para fomentar o uso de irrigação, e o programa “Mais Grãos”, visando à ampliação da armazenagem e secagem de milho nas propriedades abrangidas pelo programa.

 

Durante o encontro que celebrou o acordo entre as entidades, realizado na Seapi, o diretor técnico da Fepagro, Carlos Oliveira, apresentou as duas cultivares de feijão lançadas pela instituição em 2014: o feijão Triunfo (tipo preto) e Garapiá (tipo carioca), realizados na Fepagro Litoral Norte, em Maquiné. “O papel da Fepagro é desenvolver produtos que melhorem a atividade agropecuária”, destacou.

 

O secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, disse que a função do Estado é ser um incentivador dos diferentes setores agrícolas, buscando construir alternativas de desenvolvimento. “O Rio Grande do Sul possui uma grande diversidade na produção agropecuária, e o poder público tem que ser um apoiador”.

 

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o aproveitamento racional da propriedade é uma alternativa sustentável que deve ser incentivada. “O programa trabalha três importantes pilares: a proteção do solo, a otimização de recursos e o estimulo à sustentabilidade. A indústria entende que o produtor deve ter opções de renda, com o cultivo de produtos para o consumo próprio ou que sirvam

 

 


Comente essa notícia.

Faça seu cadastro ou login gratuito para enviar comentários.