Vacinação
DATA: 21/12/2015

Em São Paulo, 98,5% dos bovídeos foram vacinados contra a febre aftosa

Já foram realizadas no sistema as declarações de vacinação, foram imunizados 10.147.196 bovinos e 85.709 bubalinos

Dados da Coordenadoria de Defesa Agropecuária informados no sistema Gestão de Defesa Agropecuária (Gedave) até o dia 18 de dezembro de 2015, referentes ao monitoramento da etapa de vacinação contra a febre aftosa, etapa novembro, mostram que 10.232.905 bovídeos (bovinos e bubalinos) foram vacinados. Este número representa 98,58% do total de envolvidos na etapa.

 

Com base nos números de animais, os dados mostram que já foram realizadas no sistema as declarações de vacinação, foram imunizados 10.147.196 bovinos e 85.709 bubalinos. O último índice alcançado nesta mesma etapa, em 2014, foi de 99,02%. São 25.775 propriedades, ou seja, 95,06% do total envolvidas na campanha já declaram a vacinação.

 

O coordenador da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, Fernando Gomes Buchala lembra que esses dados são parciais, e que o prazo para enviar as informações para o Ministério de Agricultura (Mapa), encerra-se no dia 30 de dezembro. “Os funcionários dos Escritórios de Defesa Agropecuária estão finalizando a digitação para concluir a alimentação do sistema com os dados das declarações entregues nas unidades pelo pecuarista”, conta.

 

São Paulo não registra focos da aftosa há 19 anos porque a cadeia produtiva está atenta e consciente da importância de manter a sanidade dos rebanhos, disse Buchala. Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram a importância do rebanho brasileiro de bovídeos com 212,3 milhões de cabeças. O Estado de São Paulo se destaca neste cenário como o oitavo maior produtor de bovinos e o sexto maior produtor de bubalinos, o que potencializa a responsabilidade.

 

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, enfatizou a importância da vacinação do rebanho. Ele destacou que a bovinocultura é a segunda atividade do agronegócio paulista em importância econômica. “Então, é preciso estar atento à sanidade animal, para que nenhuma doença comprometa os rebanhos, com reflexos negativos na renda do produtor e para os agronegócios”, diz.

 


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