Cafe
DATA: 17/12/2015

Comissão quer reajustar preços da política de preços mínimos para o café

Outra pauta prevista é o acompanhamento permanente dos registros definitivos de defensivos agrícolas para combater a broca do café

“Nosso objetivo para o próximo ano é aumentar a competitividade do café brasileiro e incentivar o cafeicultor a investir em melhorias na produção e, consequentemente, a qualidade de vida no campo”, diz o presidente da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, durante a reunião do colegiado na última semana.

 

Reajuste de preços

Dentre as prioridades destacadas na agenda está a correção da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) do café arábica e conilon. A Comissão planeja elaborar um estudo técnico para agilizar o reajuste do preço, principalmente do arábica, que desde 2013 está cotado em R$ 307,00. “É preciso levar em consideração a realidade de cada produtor e a diversidade dos cafés produzidos. A proposta é fazer a correção do preço mínimo por sistema de produção”, afirma Breno Mesquita.

 

Combate à broca do café

Outra pauta prevista é o acompanhamento permanente dos registros definitivos de defensivos agrícolas para combater a broca do café, considerada uma das principais pragas da cafeicultura brasileira. O ataque do grão, pela broca, no período de maturação prejudica a qualidade e produtividade da lavoura.

 

De acordo com o assessor técnico da Comissão, Fernando Rati, os cafeicultores brasileiros enfrentam dificuldades no controle da praga, pois há poucos defensivos disponíveis no mercado. “Nós acreditamos que a concorrência de novos produtos registrados poderá tornar o preço mais acessível e aumentar as possibilidades e alternativas de compra para o produtor”, conta o assessor.

 


Comente essa notícia.

Faça seu cadastro ou login gratuito para enviar comentários.