DATA: 03/02/2016

Alunos da Faculdade de Tecnologia CNA ganham laboratório a céu aberto

A Fazenda Sanga Puitã, um espaço de mil hectares com o sistema de Integração Lavoura-Pecuária, vai sediar cursos

A partir de agora, os alunos da Faculdade de Tecnologia CNA (FATECNA) têm à disposição um laboratório a céu aberto para a realização de atividades práticas. Trata-se da Fazenda Sanga Puitã, um espaço de mil hectares com o sistema de Integração Lavoura-Pecuária, que hospeda a Escola Superior do Agronegócio Internacional (ESAI), a 60 quilômetros de Brasília, no PAD-DF.

 

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Instituto CNA firmaram acordo com a Sanga Puitã, que prevê uma parceria técnico-científica, educacional e cultural para a realização de atividades práticas, cursos, seminários, pesquisas e treinamentos na área da agricultura, pecuária, biotecnologia de reprodução e do agronegócio em geral.

 

Para iniciar o Programa de Extensão da FATECNA, uma comitiva do Sistema CNA/Senar visitou a fazenda no dia 30 de janeiro. O programa de extensão faz parte do Projeto Pedagógico Institucional que proporciona aos alunos a oportunidade de terem atividades externas para colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos.

 

 

O engenheiro agrônomo e consultor, André Sório, conta que a Fazenda Sanga Puitã é uma propriedade poliprodutiva que utiliza alta tecnologia. “Dos mil hectares, 350 hectares são utilizados para agricultura de sequeiro e 280 hectares para agricultura irrigada, 240 hectares para pastagens e 175 hectares de matas preservadas. Além disso, na pecuária trabalhamos com ovinos de corte, vacas de cria e equinos”, diz André.

 

O proprietário da Fazenda Sanga Puitã, Wilfrido Augusto Marques, e sua equipe apresentaram as instalações da propriedade e como vai funcionar na prática o convênio. “Não imaginávamos que a fazenda seria útil para a atividade acadêmica. Ficamos lisonjeados. A união do Sistema CNA/Senar e a ESAI é um novo momento para a construção da inteligência da agropecuária brasileira”, diz Wilfrido.

 

 

 


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